Destaques

Resenha do livro Três grandes cavaleiros da távola redonda

Em
01 junho, 2020
Por Dora Sales
Imagem do livro Três grandes cavaleiros da távola redonda

Olá Lebres! Como vocês estão? A postagem de hoje é a resenha do livro Três grandes cavaleiros da távola redonda do autor Howard Pyle. Este é o segundo volume da coleção Arthuriana de Pyle, sendo publicada após o livro Rei Arthur e os cavaleiros da távola redonda, focando nos cavaleiros Lancelot, Percival e Tristão. Vamos conhecer esta obra?
Resumo da obra: Nesse livro somos apresentados às aventuras de três grandes cavaleiros da Távola Redonda: os ilustres Sir Lancelot, Sir Tristão e Sir Percival. São algumas das histórias mais impactantes e duradouras no vasto universo das lendas arturianas. O formidável episódio de Lancelot emergindo do lago e os feitos que o levaram a ser o mais glorioso cavaleiro da corte do Rei Arthur; as peripécias de Tristão e sua bonita e infeliz história de amor com Isolda, a Bela; o caso de Percival e Lady Yvette, e o que ele viveu no castelo de Beaurepaire. Tudo isso e muito mais é recontado e ilustrado por Howard Pyle, no tom e no espírito dos romances de cavalaria antigos.
Capa do livro Três grandes cavaleiros da távola redonda
Título original: Story of the champions of the round table
Autor: Howard Pyle
Tradutor: Vivien Kogut Lessa de Sá
Número de páginas: 368
Editora: Zahar
Edição: 1ª edição
Ano: 2018
Idioma: Português (Brasil)
Preço: R$ 69,90
Minha Avaliação: ★★★

Demorei, mas finalmente adquiri a continuação do livro "Rei Arthur e os cavaleiros da távola redonda", do autor Howard Pyle. Em "Três grandes cavaleiros da távola redonda" são contadas as histórias dos cavaleiros Lancelot, Tristão e Percival, resumidas por mim a seguir:

Sir Lancelot do Lago, filho do Rei Ban de Benwick e da Rainha Helen, foi levado ainda bebê pela fada Lady Nymue, a dama do lago, para que seguisse seu destino de tornar-se um grande cavaleiro. O autor apresenta as histórias de como Sir Lancelot foi sagrado por Rei Arthur, seu encontro com a Rainha Morgana e suas aventuras de cavaleiro.

Sir Tristão de Lyonesse, filho do Rei Meliadus e da Rainha Lady Elizabeth, sofreu nas mãos da madrasta, que atentava contra sua vida, foi sagrado cavaleiro pelo Rei da Cornualha. Na Irlanda conheceu e se apaixonou por Lady Isolda, a Bela, no entanto teve que abrir mão de seu amor por uma promessa feita sem pensar.

Ilustração Três grandes cavaleiros da távola redonda
Ilustração de Howard Pyle [Via: Pinterest]
Sir Percival de Gales, filho do famoso cavaleiro e Rei Pellinore, ficou recluso durante sua infância e juventude, sem nada conhecer do mundo e manteve sua identidade e linhagem em segredo até que se torna-se um grande cavaleiro e que seus feitos chegassem aos pés dos de Sir Pellinore.

Sou apaixonada por esse tipo de narrativa e principalmente, pelas histórias arthurianas. Espero, portanto, que a Editora Zahar continue com a coleção, publicando os livros "A história de Sir Lancelot e seus companheiros" e "A história do Graal e a morte de Arthur", concluindo desta forma a coleção literária de Howard Pyle para esta lenda.

Recomendo fortemente este e o livro anterior para todos os leitores, principalmente para aqueles que, assim como eu, gostam de ler histórias medievais de aventura. Tais histórias são bastante simples e servem, além de entreter, para mostrar a nobreza de tais personagens e incentivar os leitores a seguires seus exemplos. 

A edição da editora Zahar é belíssima e apresenta inúmeras ilustrações do autor. A edição é em capa dura, com páginas amareladas, contém sumário, possui ao todo 368 páginas e mede 23 cm x 16 cm. 

Sobre o Autor
Howard Pyle
Howard Pyle [Via: Wikipédia]
Howard Pyle foi um escritor e ilustrador norte-americano nascido em 1853 em Wilmington. Pyle foi um grande conhecedor das lendas medievais, o que se refletiu diretamente sobre suas expressões artísticas, especialmente na literatura. Inspirou-se também em canções populares inglesas e escocesas para escrever as histórias de aventuras de Robin Hood e do Rei Arthur. Seu livro As aventuras de Robin Hood é a mais conhecida e consagrada das muitas versões dessa balada medieval,  quepara muitos estudiosos, tem um fundo histórico. Foi também um ilustrador renomado, tendo inclusive desenvolvido técnicas pioneiras ensinadas em sua escola de ilustração. Suas principais obras foram: As aventuras de Robin Hood, Rei Arthur e os cavaleiros da távola redonda, A história de Lancelot e seus companheiros, O livro dos piratas, etc.

Mas e aí? Já leram os Três grandes cavaleiros da távola redonda ou algum outro livro de Howard Pyle? Então deixem suas opiniões e dicas nos comentários e até a próxima postagem!
Continue lendo

Resenha da HQ Mulher Maravilha: Sangue Vol 1

Em
29 maio, 2020
Por Dora Sales
HQ Mulher Maravilha: Sangue
Olá Lebres! A HQ de hoje é o primeiro volume da brilhante fase da Mulher Maravilha nos Novos 52, intitulada Sangue, escrita por Brian Azzarello, desenhada por Cliff Chiang e Tony Akins e publicada inicialmente em 2011. Confira a resenha:
Resumo da obra: Nesta nova reformulação Diana, a Mulher-Maravilha, é designada a ajudar a garota Zola a fugir da fúria da Deusa Hera, pois Zola está grávida do mais novo filho de Zeus e tal criança está destinada a ocupar o lugar de seu pai, despertando a inveja dos demais filhos do Deus dos Deuses e o ódio de sua esposa traída. Diana e o Deus mensageiro (Hermes) levam Zola até Themyscira, a ilha paraíso governada pela Rainha das Amazonas, Hipólita, mas lá são surpreendidos com a chegada da Deusa da Discórdia (Éris), que por sua vez revela que a história do nascimento de Diana é uma mentira e que a heroína também é filha de Zeus. 
Capa HQ Mulher Maravilha: SangueRoteiro: Brian Azzarello 
Desenhos: Cliff Chiang, Tony Akins
Cores: Matthew Wilson
Tradução: Mario C. Luiz Barroso
Letras: Silvia Lucena, Valéria Calipo
Editores: Bernardo Santana
Número de páginas: 164
Editora: Panini
Volume: 1
Preço de capa: de R$ 29,90
Minha Avaliação: 

O primeiro contato que tive com esta fase da Mulher Maravilha foi em 2012, em uma postagem do site O Vicio sobre a nova reformulação da personagem. Na época eu ainda estava começando a me aventurar pelas histórias em quadrinhos e só conhecia a Mulher Maravilha através das animações da DC Comics/Warner.

Fiquei surpresa com a diferença em relação a origem da personagem, que até então sempre havia sido forjada do barro, agora sendo uma semideusa filha de Zeus. O visual e a história inicialmente também me causaram estranheza, parecia mais uma aventura de Xena e Gabrielle que uma da Mulher Maravilha.

HQ Mulher Maravilha: Sangue
Imagem extraídas da HQ Mulher Maravilha: Sangue
Mas, resolvendo dar uma chance a esta fase, acabei me surpreendendo positivamente com sua história. Nesta reformulação Diana está muito mais forte e a Mitologia Grega nunca esteve mais presente e foi tão bem apresentada. Aqui Brian Azzarello e Cliff Chiang decidiram dar um visual mais moderno aos Deuses do Olimpo, sendo representados com roupas urbanas e descoladas.

O ponto forte do volume é justamente a descoberta que Diana faz sobre sua verdadeira origem e a relação que ela passa a ter com seus irmãos, filhos de Zeus, e a sua amizade com a humana Zola. Recomendo esta fase (que terá ao todo 6 volumes) para todos os novos leitores de quadrinhos, pois não precisarão ler absolutamente nada para entender a história e para os leitores que desejam ler algo totalmente diferente sobre a personagem e sobre Mitologia Grega.

Esta edição da Panini foi elaborada em Capa Dura de Luxo com lombada quadrada, papel couché e em formato americano (17x26). O volume contém as edições Wonder Woman 1-6.

Sobre o autor
Brian Azzarello
Brian Azzarello [Via: Geek Area]
Brian Azzarello é um escritor de histórias em quadrinhos norte-americano, nascido em 11 de agosto de 1962. Azzarello é bastante conhecido pelo público que lê quadrinhos por seus trabalhos na DC Comics e Vertigo Comics, entre seus principais trabalhos estão a aclamada fase da Mulher Maravilha nos Novos 52 e a série 100 Balas, no entanto, também escreveu edições da série Hellblazer, Lex Luthor: Homem de Aço, e Antes de Watchmen: Comediante. Atualmente está trabalhando na série O cavaleiro das trevas III em parceria com Frank Miller. 


Sobre os Ilustradores
HQ Mulher Maravilha: Sangue
Imagem extraídas da HQ Mulher Maravilha: Sangue
Cliff Chiang é um ilustrador americano graduado em Literatura Inglesa e Artes Visuais pela Universidade de Harvard. Iniciou sua carreira como editor assistente da Editora Vertigo, pertencente a DC Comics. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão a série Green Arrow/Black Canary e Wonder Woman New 52.
Tony Akins é um artista americano nascido em 1 de novembro de 1960, conhecido pelo seu trabalho na Editora Vertigo nas séries Fables, Jack of Fables, Hellblazer, e Wonder Woman New 52.

Se você gostou desta resenha, irá gostar também de:

  • Resenha da HQ Mulher Maravilha: Sangue Vol.1
  • Resenha da HQ Mulher Maravilha: Direito de Nascença Vol.2
  • Resenha da HQ Mulher Maravilha: Força Vol.3
  • Resenha da HQ Mulher Maravilha: Guerra Vol.4
  • Resenha da HQ Mulher Maravilha: Pele Vol.5
Mas e aí? Já leram Mulher Maravilha: Sangue? Deixem suas opiniões nos comentários e até a próxima postagem!
Continue lendo

Resenha da HQ Shangri-la

Em
22 maio, 2020
Por Dora Sales
Imagem da HQ Sangri-la

Olá Lebres! A resenha de hoje é da HQ Shangri-la, obra de Mathieu Bablet, um artista e autor francês que eu estava ansiosa para receber. A obra foi publicada pela primeira vez em 2016, mas agora ganhou sua versão BR com a publicação da editora SESI-SP, que tem trazido excelentes quadrinhos para nós leitores. Vamos conhecer um pouco a obra?
Resumo da obra: A Terra tornou-se um planeta inabitável, e sua população agora vive em uma estação espacial governada por uma multinacional. Todos parecem satisfeitos com essa "sociedade perfeita", mas a realidade é muito diferente. Através da implementação de um programa para criar a vida a partir do zero, em Shangri-la, uma das áreas mais quentes de Titã, uma das luas de Saturno, eles pretendem reescrever o "Gênesis" à sua maneira. Enquanto isso, um homem está encarregado de investigar explosões misteriosas em certas estações de laboratório que estão estudando esse processo de criação da vida "do zero".
Capa da HQ Sangri-la
Título original: Shangri-la
Autor e ilustrador: Mathieu Bablet
Tradução: Fernando Paz
Número de Páginas: 212
Editora: Sesi-SP
Ano: 2018
Idioma: Português (Brasil)
Preço: R$ 89,00
Minha Avaliação: ★★★

Conheci a obra Shangri-la esse ano, no entanto não foi através desta publicação da editora SESI-SP, mas através de um canal no Youtube que já acompanho há anos, o 2quadrinhos. No vídeo é apresentada uma analise da história em cima da edição francesa, porém a noticia de que uma edição brasileira seria lançada em breve me animou bastante.

Na obra, a terra já não é mais habitável, o que fez com que a humanidade fosse obrigada a viver em uma grandiosa estação espacial governada pela multinacional Tianzhu. Nesta sociedade tudo parece estar em perfeita harmonia, com pessoas satisfeitas e pacíficas, ou é isso que muitos acreditam.

O que acontece é que cientistas não estão satisfeitos com esse ambiente e desejam ultrapassar os limites da humanidade, tornando-se Deuses, com um programa que visa criar vida em laboratório a partir do nada, enviando-as para uma das luas de Saturno.

É desenvolvida, durante alguns experimentos e testes científicos, uma nova raça que é uma mistura de humanos e animais e tais criaturas acabam vivendo na estação juntos com os humanos, o que acarreta em muitos problemas para ambas as raças, graças ao preconceito racial. Tais animoides, no entanto, serviram apesar para distrair os humanos do real objetivo dos cientistas.  

Imagem da HQ Sangri-la
Imagem extraída da HQ Shangri-la
Acompanhamos então o protagonista, que inicialmente concorda e se vê satisfeito com a vida nesta sociedade, mas com o tempo conhece e se junta à resistência, tendo contato com uma visão diferente da sua sobre o que acontece dentro da estação espacial. 

Com um roteiro pesado e político, o autor constrói uma ficção científica de ponta que daria um excelente roteiro cinematográfico. E apesar da arte não ser das mais bonitas, ela chama a atenção de quem lê e o autor/ilustrador brinca com as cores e com a imaginação e percepção do leitor

A edição publicada pela SESI-SP é em brochura, lombada quadrada e em formato grande, medindo 30,7 cm X 23,4 cm e é uma excelente leitura para os apaixonados por ficção científica ou quadrinhos europeus.

Sobre Autor
Mathieu Bablet
Mathieu Bablet [Via: Les Comics]
Mathieu Bablet baé um artista e autor de histórias em quadrinhos francês, nascido em 9 de janeiro de 1987 em Grenoble, França. Apesar de ainda jovem, Mathieu já lançou vários de seus trabalhos, dentre os mais conhecidos está Shangri-la, La Belle Mort, Adrastée e Doggybags, no entanto somente Shangri-la foi traduzido para o português e publicado no Brasil.

Mas e aí? Já leram Shangri-la? Curtiram a resenha e desejam ter outros trabalhos de Mathieu Bablet sendo publicados e, consequentemente, resenhado aqui? Deixem suas opiniões e dicas nos comentários e até a próxima postagem!
Continue lendo

Resenha da HQ Dylan Dog O caminho da vida

Em
20 maio, 2020
Por Dora Sales
Resenha da HQ Dylan Dog O caminho da vida

Olá Lebres! A resenha de hoje será de uma HQ recebida diretamente da Mythos Editora, trata-se da HQ Dylan Dog: "O caminho da vida" o décimo terceiro volume da revista, que acompanha o investigador do pesadelo em mais uma de suas grandes aventuras. Vamos ler a resenha?
Resumo da obra: Um homem misterioso e com uma força enorme sequestra uma jovem noiva depois de fazer uma chacina entre os convidados do casamento. Para reencontrá-la, Dylan deverá escavar o passado do assassino e entender o que o liga a outros fatos criminosos cometidos por indivíduos mais jovens e que se parecem com ele de modo impressionante. A chave de tudo talvez seja uma estranha cantiga usada nas escolas para ensinar às crianças os dias da semana.
Capa da HQ Dylan Dog O caminho da vida

Roteiro: Mauro Marcheselli
Desenhos: Giampiero Casertano
Tradução: Júlio Schneider
Letras: Silvia Lucena  
Editores: Dorival Vitor Lopes
Número de páginas: 100
Editora: Mythos Editora
Volume: 12
Preço de capa: R$ 26,90
Minha Avaliação: 

Em Dylan Dog "O caminho da vida" um homem dotado de uma força inigualável invade um casamento, que Dylan foi convidado, e rapta a noiva. O homem em questão afirma ser Solomon Grundy, nome de uma antiga cantiga utilizada para ensinar os dias da semana para crianças. Esta, no entanto, não é a primeira vez que um homem com esse nome ataca uma pessoa.

A antiga cantiga pode ser uma alternativa para Dylan Dog entender e prever os movimentos de Solomon. "Ele nasceu em uma segunda, foi à escola na terça, se casou em uma quarta, adoeceu em uma quinta, piorou em uma sexta, morreu no sábado e foi enterrado no domingo, esse foi o fim de Solomon Grundy". Os dias da semana se encaixam nos ataques, o homem assassinou pessoas no hospital, na escola e na igreja, seguindo a ordem da cantiga.

Mas um mistério ainda está por resolver. Com o passar das horas, o mesmo homem envelhece muitos anos, fazendo com que, a principio, Dylan Dog acredite se tratar de uma quadrilha e não de um único homem. Resta que o investigador e seus colegas da polícia encontrem Somolom Grundy, vivo ou morto e ponha um fim desse mistério.  

A edição da Mythos Editora é um lançamento de 2019, está em formato pequeno (21x16), em capa cartão e lombada quadrada. Possui ao todo 100 páginas sendo publicada originalmente em Dylan Dog nº 127 em abril de 1997, Itália. A edição conta com prefácio escrito pelo editor Júlio Schneider, recapitulando a história do personagem.

Sobre o Autor e o Ilustrador
Resenha da HQ Dylan Dog O caminho da vida
Alessandro Bilotta [Via: Fumettologia]
Alessandro Bilotta (nascido em 17 de agosto de 1977) é um escritor de histórias em quadrinhos italiano que, após seu início em quadrinhos de autor, trabalhou principalmente para editoras (Sergio Bonelli Editore, Star Comics). Ele escreveu três álbuns diretamente para o mercado francês, publicados em 2006.


Giovanni Freghieri (Piacenza, 28 de janeiro de 1950) é um cartunista italiano. Ainda adolescente, ele começou a desenhar no estúdio de Giancarlo Tenenti, chegando a uma colaboração de vários anos com o Universo, onde desenharia para Intrepido e Il Monello. Mais tarde, ele colaborou com Eura Editoriale, desenhando em Lanciostory e Skorpio, fazendo séries como Sorrow. Em 1986, ele trabalhou com a Comic Art, emprestando lápis para a história de Eternauta , de Rolls Royce , escrita por Alberto Ongaro . Ele então trabalhou para Sergio Bonelli Editore em alguns episódios de Bella & Bronco, e depois aterrissou em Martin Mystère. Em seguida, passe para a equipe de Dylan Dog, onde ele desenha números diferentes, incluindo duas histórias especiais com Martin Mystère, onde o investigador do pesadelo e o mistério se encontram e colaboram.
Mas e aí? Conhecem o personagem Dylan Dog? Já leram algum de seus quadrinhos? Estão acompanhando as publicações da Mythos Editora? Deixem suas opiniões nos comentários e até a próxima postagem!
Continue lendo

Resenha da HQ Martin Mystère: O dia que não existia

Em
Por Dora Sales
Resenha da HQ Martin Mystère: O dia que não existia

Olá Lebres! A resenha de hoje é mais um volume de Martin Mystère: O detetive do impossível, trata-se do décimo quinto volume da série que desta vez é escrita por Andrea Pasini e desenhada por Giovanni Romanini, intitulada O dia que não existia. Vamos ler a resenha?
Resumo da obra: Era para ser uma prazerosa e calma viagem a Londres. Mas, com Martin Mystère no meio, nada pode ser tranquilo. Em visita a uma amiga, Martin, Diana e Java descobrem, de repente, que todo homem, mulher e criança parecem ter desaparecido da Terra. Será que eles são as três últimas pessoas que restaram no mundo?
Capa da HQ Martin Mystère: O dia que não existiaRoteiro: Andrea Pasini
Desenhos: Giovanni Romanini
Tradução: Júlio Schneider
Letras: Marcos Valério
Número de páginas: 98
Editora: Mythos Editora
Volume: 15
Preço de capa: R$ 26,90
Minha Avaliação: 

Em “Martin Mystère O dia que não existia” um ano se passou desde o episódio dos crimes de 29 de fevereiro em 2000 e o plano da seita para obter o controle sobre o passar do tempo continua de pé.

Martin, Diana e Java estão de volta a Londres para o aniversário de sua amiga Sarah Moss, que comemorará seu aniversário em um jantar no dia 28 de fevereiro e em um almoço no dia 1 de março, visto que 2001 não é um ano bissexto. Durante um ano, Sarah reuniu um dossiê com todas as informações sobre os membros da seita e esses dados podem ser úteis para Martin e a Scotland Yard descobrirem o paradeiro de um dos membros fugitivos, Rupert.

Enquanto isso, Rupert Cope finge se entregar para a polícia pelos dois homicídios que cometeu e com isso consegue libertar os demais membros da seita que foram presos no ano anterior. Restam poucas horas para que eles se tornem os donos do tempo.

Como em um passe de mágica, pessoas e objetos começaram a desaparecer, inclusive os amigos de Martin, Dylan Dog e seu assistente Groucho, juntamente com o Taxi que transportou Martin e Diana para esse encontro. Resta que o detetive e as poucas pessoas que não desapareceram impeçam a seita de realizar o ritual final. 

A edição da Mythos Editora é um lançamento de 2020, está em formato pequeno (21x16), em capa cartão e lombada quadrada. Possui ao todo 98 páginas e sendo originalmente publicada em Martin Mystère nº 227, em fevereiro de 2001, Itália. A edição conta com prefácio escrito por Júlio Schneider, recapitulando a história do personagem.

Sobre o Autor
Giovanni Romanini
Giovanni Romanini [Via: Site oficial do ilustrador] 
Andrea Pasini é um escritor e quadrinista italiano, nascido em Florença, Itália, no ano de 1964. Trabalhou na editora Astorina, onde publicou a série Diabolik ao lado da autora Patricia Martinelli e do autor Enzo Pacciolo, antes de iniciar seus trabalhos na Sergio Bonelli Editore, onde se destacou por seus trabalhos na série Martin Mystère.


Giovanni Romanini é um artista e quadrinista italiano nascido em 1945. Iniciou sua carreira no campo da animação, onde colaborou na série de televisão 'Carosello'. Seus primeiros trabalhos em quadrinhos incluem 'Satanik' e 'Kriminal'. Ele colaborou com o artista Magnus em vários episódios da série 'Alan Ford', bem como 'La Valle del Terrore' em Special Tex e 'La Compagnia della Forca'. Romanini criou horror e quadrinhos eróticos para Edifumetto e colaborou com várias editoras estrangeiras. Como artista comercial, trabalhou para Panini e De Agostini. De 1992 a 1995, ele colaborou na revista Disney Topolino, onde ilustrou histórias de 'Pato Donald'. Ele então se tornou um ilustrador de 'Martin Mystère' nas editoras Bonelli.

Mas e aí? Conhecem o personagem Martin Mystère? Já leram algum de seus quadrinhos? Estão acompanhando as publicações da Mythos Editora? Deixem suas opiniões nos comentários e até a próxima postagem!
Continue lendo

Resenha do livro Os miseráveis

Em
04 maio, 2020
Por Dora Sales
Capa do livro Os miseráveis

Olá Lebres! A postagem de hoje é mais um clássico da literatura mundial, estou falando do calhamaço Os miseráveis, do escritor francês Victor Hugo. Publicada inicialmente 1862, a obra é ainda muito cultuada nos dias atuais graças a sua fama e a identificação que temos com os personagens retratados. Vamos conferir a resenha?
Resumo da obra: Narra a emocionante história de Jean Valjean, um homem que, por ter roubado um pão, é condenado a dezenove anos de prisão. A história de Fantine, uma mulher que é abandonada pelo namorado e tem que sustentar a filha sozinha. De Cosette, filha de Fantine, que torna-se empregada na casa de estranhos e de Marius, um jovem rico e cheio de energia para começar uma vida sozinho e defender seu país. 
Capa do livro Os miseráveis
Título original: Les Misérables
Autor: Victor Hugo
Tradução: Regina Célia de Oliveira
Número de páginas: 1510
Editora: Martin Claret
Edição: 1ª edição
Ano: 2014
Idioma: Português (Brasil)
Preço: de R$ 46,20 à R$ 79,90
Minha Avaliação: 


Sempre gostei das adaptações de Os miseráveis, assisti aos filmes de 1998 protagonizado por Liam Neeson e de 2012 protagonizado por Hugh Jackman, a minissérie francesa de 2000 protagonizada pelo ator Gérard Depardieu e finalmente esse ano pude assistir a peça Les Miserábles, adaptação da peça de mesmo nome da Broadway.

Tal adoração se deve pela linda história de Jean Valjean, um pobre homem que se vê obrigado a roubar um pão para alimentar a irmã e os sete sobrinhos, porém é pego e preso durante anos. Ao ser libertado Jean se vê de novo em péssimas condições, pois além de não saber mais a onde sua família está, não consegue nenhum emprego ou ajuda da população por estar marcado como um ex-detento.

O livro possui mais de 1500 páginas e é separado em 5 partes, a 1ª Parte conta a história de Fantine, uma pobre moça que luta para sustentar sua filha; a 2ª Parte nos mostra Cosette, a filha de Fantine, que longe da mãe acaba virando empregada de uma família, mas que é adotada por um rico e generoso homem; a 3ª Parte é centrada em Marius, rapaz de origem rica, mas que decide viver por conta própria e conquistar seu próprio mérito e que ao avistar Cosette, acaba se apaixonando pela moça; a 4ª Parte coloca os acontecimentos de "Os Miseráveis" no contexto histórico da época, para que consigamos adentrar melhor na história ; e por fim a 5ª e última Parte é centrada no personagem principal da história, Jean Valjean, apresentando toda a sua história desde que saiu da cadeia e como ele conseguiu tudo o que possui e finalmente mostrando a conclusão de "Os Miseráveis".

O autor usa a obra para retratar e fazer uma crítica a desigualdade social e a miséria das pessoas que viviam na época em questão e mostra a forma como o empreendedorismo e o trabalho árduo trás benefícios para o indivíduo e a sociedade em que esta inserido, além de apresentar um paralelo entre o funcionário do estado, representado por Javert e a polícia, e o revolucionário, representado por Marius e seus colegas.

O único ponto que fez com que a leitura se torna-se um pouco cansativa foi o fato de possuir uma parte somente para apresentar o contexto histórico. Como já estava bem conectada com os personagens, essa parte veio para quebrar esta conexão e me deixar ansiosa. Apesar de ser um volume grande, "Os Miseráveis" é um romance lindíssimo e valeu todo o tempo e disposição que gastei ao lê-lo e com certeza valerá o seu.

Sobre o Autor
Victor Hugo
Victor Hugo [Via: Wikipédia]
Victor-Marie Hugo foi um romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos francês de grande atuação política em seu país. Nasceu em 26 de fevereiro de 1802 em Besançon, na França. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras clássicas de fama e renome mundial.

 
Mas e aí? Alguém já teve a coragem de ler este grandioso (em qualidade e tamanho) livro ou alguma outra obra do autor? Não se esqueçam de compartilhar suas opiniões e dicas através dos comentários e até a próxima postagem!
Continue lendo

Resenha da HQ Júlia Vol. 5: Os reféns

Em
Por Dora Sales
Resenha da HQ Júlia Vol. 5: Os reféns

Olá Lebres! A resenha de hoje será de uma HQ recebida diretamente da Mythos Editora, trata-se da HQ Júlia Vol.5: Os reféns. A edição é um relançamento da editora e apresenta uma história contando aventuras da criminóloga. Vamos ler a resenha?
Resumo da obra: A tranquilidade de uma família é quebrada pelo repentino aparecimento de um bando armado que mantém a família refém, enquanto leva o pai, joalheiro, a entregar sua mercadoria. Aparentemente, trata-se de um caso de roubo, mas a realidade se revelará bem mais atroz. Júlia deverá outra vez auxiliar a polícia para que este crime termine da melhor forma possível. Ela conseguirá?
Resenha da HQ Júlia Vol. 5: Os refénsRoteiro: Giancarlo Berardi, 
Desenhos: Pietro Dall'Agnol
Tradução: Júlio Schneider
Letras: Marcos Maldonado 
Editores: Dorival Vitor Lopes
Número de páginas: 130
Editora: Mythos Editora
Número: 5
Preço de capa: R$ 28,90
Minha Avaliação: 

A quinta edição das aventuras de Júlia Kendall inicia apresentando uma família rica e feliz, digna de um comercial de margarina, formada pelo marido, o Sr. de Meers, sua esposa, seus três filhos, seu cachorro e a empregada da casa. Tudo parece correr bem, até que a campainha toca. Dois homens aparecem querendo entregar um tapete, mas a família Meers não pediu a entrega de nenhum tapete.

Confusos com a entrega, os dois homens pedem para entrar e fazer um telefonema para confirmar o endereço de entrega do objeto, mas assim que entram na casa anunciam o assalto. Os ladrões não vieram sozinhos e possuem um plano para conseguir o dinheiro da família, assaltando a joalheria do Sr. de Meers, ao fazer sua família de refém.

O assalta a joalheria acaba não saindo como planejado, fazendo com que os ladrões tenham que manter mais reféns. Na casa da família Meers as coisas também não vão bem, pois Karen Van Buren, amiga de Pam de Meers, começa a desconfiar que algo está impedindo sua amiga de atender seus telefonemas.

As suspeitas de Karen acabam chegando aos ouvidos de Júlia Kendall, que junta a equipe para investigar o caso e impedir um massacre de inocentes.

A edição da Mythos Editora é um lançamento de dezembro de 2019, está em formato pequeno (20x15), em capa cartão e lombada quadrada. Possui ao todo 130 páginas, contendo um história completa, Júlia nº 5, publicada em dezembro de 1999, Itália. .

Sobre o Autor
Giancarlo Berardi
Giancarlo Berardi [Via: Google]
Giancarlo Berardi é um quadrinista italiano, mais conhecido por seus trabalhos nas revistas Ken Parker e Julia. Nasceu em Gênova em 15 de novembro de 1949, Itália. Ganhou o Troféu HQ Mix de melhor roteirista em 2002 pela edição brasileira da revista Ken Parker.

Se gostou desta resenha, irá gostar também de:
  • Resenha da HQ Dylan Dog: O guardião da memória
  • Resenha da HQ Martin Mystère: De repente, uma noite...
  • Resenha da HQ Martin Mystère: A essência do mal
  • Resenha da HQ J. Kendall: Aventuras de uma criminóloga nº 138
Mas e aí? Conhecem a personagem Júlia Kendall? Já leram algum de seus quadrinhos? Estão acompanhando as publicações da Mythos Editora? Deixem suas opiniões nos comentários e até a próxima postagem!
Continue lendo

© Toca da Lebre – Desenvolvido com por Iunique